segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Dilma protesta contra a parcialidade da Folha da S. Paulo


Cretinice da Folha não passa mais impune. Quem fala o que quer, ouve o que não quer. Dilma mostra como vai ser o tratamento dispensado ao PiG em seu governo: firme. Questionando as premissas furadas das campanhas difamatórias que sistematicamente o PiG faz contra o Governo Lula e a campanha Dilma. Aqui é uma prévia do que podemos esperar no ano que vem:


sábado, 18 de setembro de 2010

Entrevista de Lula ao IG


No gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, dois umidificadores de ar atenuam a aridez da seca que atinge seu auge neste mês de setembro, em Brasília. Os termômetros da campanha eleitoral também indicam um tempo inclemente, como atestavam as manchetes de quinta-feira. Mas a duas semanas da primeira eleição presidencial em que seu nome não constará da urna eletrônica, Lula é o dono do ambiente num Palácio do Planalto que acabou de ser reformado como se fosse novo. E, olhando pelas janelas envidraçadas de onde se avista um pedaço da Praça dos Três Poderes, o seu humor anda bem distante do que se passa lá fora – nem árido como o clima brasiliense, nem áspero como a campanha eleitoral.

O presidente respira popularidade de até 80% de aprovação, segundo as últimas sondagens, e é daquele canto no terceiro andar do Planalto que ele se levanta para dar, com exclusividade ao iG, a mais reveladora entrevista sobre um tema que até hoje parecia uma incógnita: afinal, como será o Brasil do pós-Lula? Qual destino se reserva o presidente mais popular da redemocratização?

Ao longo de 60 minutos, Lula falou sobre os temas que você pode conferir nesse quadro abaixo. Clique no assunto desejado e veja a entrevista do presidente.

No renovado gabinete presidencial, Lula abre a porta que dá acesso à sala de reuniões e entra falante. Cumprimenta todo mundo, acena para um assessor no fundo da sala, senta à cabeceira e cobra a lentidão na troca dos antigos microfones da grande mesa retangular.

"Oito anos de Fernando Henrique, mais oito do meu governo e o Planalto não consegue ter um microfone que tenha um botão para ligar e desligar", queixa-se. "Esse problema já foi resolvido, presidente", responde o assessor, apertando o botão de luz verde do novo aparelho.

Lula cobra então equipamentos que ele acreditava serem mais modernos, à semelhança do que viu no gabinete do governador do Rio, Sérgio Cabral. Reclama do enorme monitor discretamente escondido no vão da mesa e pede uma telinha embutida, como na mesa do governador do Rio.

Sempre que fala, o presidente mantém o contato visual com o interlocutor. Dos cinco políticos que passaram pelo cargo na redemocratização, ele é o que mais profundamente encara as pessoas. De José Sarney a Fernando Henrique Cardoso, também foi o que chegou à clássica entrevista de final de governo de forma mais brincalhona e extrovertida. É o que mais mantém assessores em volta, sinal de que a popularidade afasta a chamada solidão do poder, amplamente vivida por alguns de seus antecessores nos dias finais dos governos. Talvez por isso tenha sido explícito: “Quero ser lembrado”, disse o presidente ao iG.














quinta-feira, 16 de setembro de 2010

'Na democracia se disputa projetos'


‎"ganhar nas urnas, até onde eu sei, é legítimo. a não ser que a partir de agora, a gente vá deslegitimar vitórias conquistadas nas urnas, democraticamente, através do processo democrático"




- Dilma Rousseff


Entrevista coletiva de Dilma em Varginha (15 de setembro)

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

A batalha pela narrativa


Uma das razões - existem várias - do fracasso do controle da narrativa por parte do oligopólio midiático baseado no eixo Rio-São Paulo é que, em conseqüência do desenvolvimento econômico disperso pelo território do país, os grupos econômicos no nível subnacional que dominam a paisagem midiática no Estados desenvolveram interesses econômicos próprios, mais atrelados à dinâmica econômica do contexto onde vivem. Assim, se tomarmos aleatoriamente algumas manchetes dos jornais de hoje (quarta-feira, 15/09/2010), percebe-se algo inédito na vida nacional dos últimos 30 anos: as principais empresas de comunicação - Globo, Folha, Abril - já não exercem o mesmo poder de influência sobre o que os meios de comunicação regionais devem falar.

- Globo: Dirceu: PT terá mais poder com Dilma do que com Lula

- Folha: Caso Erenice põe o governo na ofensiva e partidos batem boca

- Estadão: Lula comanda reação do govemo para blindar Erenice

- Correio: Diferentes nas ideias, iguais nos ataques

- Valor: Fundo Soberano pode ser 2º maior acionista da Petrobras

- Estado de Minas: Minas tem 62 cursos de pós-graduação de nível internacional

- Jornal do Commercio: Menos famintos pelo Mundo

- Zero Hora: Maior apreensão de cocaína em 17 anos atinge tráfico no RS



Os três únicos diários que insistem em repercutir as acusações furadas da revista mais desacreditada do Brasil são: Folha de São Paulo, O Globo e o Estadão. Todos os outros, de Brasília, Minas Gerais, Pernambuco e Rio Grande do Sul, sem falar do Valor - o único jornal que tem uma cobertura de fato nacional -, tratam de outros temas - combate às drogas, fome mundial, educação superior, Petrobras, eleições locais.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Lula faz defesa enfática do Estado de Bem-Estar Social

"Não existe possibilidade de criarmos o Estado do Bem-Estar social se não tiver produção, riqueza e trabalho. Os países que têm mais política social, mais Estado do Bem-Estar social são exatamente os Estados que têm uma carga tributária condizente com a necessidade de fazer justiça para o seu povo"

- LULA


Discurso de Lula em Genebra em 22/06/2009